Seguindo nosso post da série sobre a Transformação Ágil na @Rumo_Soluções, neste post vamos contar um pouco desta mudança sob a ótica do primeiro valor do @manifesto_Ágil.

Você já teve a vontade de ser coprotagonista de um capítulo marcante na vida de pessoas, empresa ou do produto? Já teve aquela vontade de ver sua grande ideia ser reconhecida, apoiada e concretizada?

Esses são alguns dos motivos em que eu valorizo tanto essa nova era digital, pois acredito que as empresas finalmente enxergaram que a construção de grandes inovações é algo colaborativo. Aliás, hoje estamos focados na ótica do valor que fala sobre “indivíduos e interações mais que processos e ferramentas”. Tentarei relacionar isso com o processo de inovação que estamos construindo (juntos).

A valorização do ser humano na Rumo sempre foi parte da cultura marcante daqui, porém começamos a fortalecer cada vez mais a abertura para ideias, inovações e mudanças. Nesse contexto, na tentativa de validar ainda mais esse comportamento como tendência de mercado coloco a frase de Waldez Ludwig – Consultor em gestão empresarial onde fala que “Inovação só vêm de gente. O ser humano é o ponto chave na estratégia das empresas” e acreditamos mesmo nisso.

Na trilha da transformação ágil aqui na Rumo, esse foi um dos pilares que passei a enxergar que já faz parte do nosso dia a dia. Alguns itens, ainda em fase de amadurecimento e implantação, outros já são realidade. Bom, mas vamos logo aos detalhes.

A seguir vou detalhar um pouco apenas algumas técnicas/práticas/culturas que já estamos trabalhando.

Os indivíduos: Olha que interessante, por acaso, tivemos recentemente uma breve palestra do nosso CEO que reforçou conosco sobre a abordagem da hierarquia horizontal. A palestra (bate papo na verdade) veio fortalecer ainda mais o argumento de abertura para novas ideias e poder de decisão do time. A acessibilidade com o CEO é o mesmo que marcar um “papo de buteco”.

A interação: Trocamos formalizações de e-mails, chamados e algumas burocracias pelo lado mais humano das interações, o olho no olho. Nós passamos a conversar mais com os clientes, usuários e diretoria. Isso resultou em conhece-los melhor. Além disso, fizemos mudanças de lugares, e estamos constantemente revisitando nossos valores de comunicação eficaz. O resultado é que agora a gente conhece bem a dor e/ou sonho de cada um.

As retrospectivas: Nossas retrospectivas valorizam muito os valores do manifesto ágil, em especial as interações entre indivíduos. Usamos inúmeras técnicas que promovem mais interação. Aqui até estagiário pode “dar pitaco” (rssrss) nos processos que será uma opinião bem-vinda. Isso tudo reforça nossa reflexão para melhoraria contínua.

O feedback: Já dando um “spoiler” para nosso time, já está saindo do forno o feedback mais democrático que conseguimos ajustar. Agente aqui escolhe as pessoas que participarão do nosso feedback. Isso reforça a hierarquia horizontal, pois acreditamos que as melhores pessoas para nos darem feedback são aquelas que estão mais próximas da gente no dia a dia. Se não tem um “gerente” no time, não importa para o feedback, pois o que importa mesmo é meu colega que está comigo no mesmo projeto, “vendo” o que estou fazendo.

Por fim, temos outras técnicas além destas mas fica para um futuro quando estivermos focados nas técnicas.

Contudo, não deixamos de lado os “processos e ferramentas”, e para contar um pouco sobre eles posso falar que como processo principal adotamos o Scrum em uns times e em outros estaremos já testando o Kanban por ser mais compatível no cenário. No quesito de ferramentas temos uma tendência de uso das soluções Microsoft pois nos atendem muito bem principalmente por ser centralizado desde o controle de versão ao IssueTrack, ou seja podemos falar que todo nosso ALM é gerido pelo Azure DevOps.

Gosto de reforçar que ser coprotagonista de um novo capitulo é o nos faz levantar da cama e com muita vontade e brilhos nos olhos ir trabalhar todos os dias.

Por fim, finalizo com um simples princípio do Manifesto Ágil. “O Método mais eficiente e eficaz de transmitir informações para, e por dentro de um time de desenvolvimento, é através de uma conversa cara a cara.”

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Bruno Heringer

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